Sinal dos tempos: tem professora largando a carreira para fazer stripper via MSN e se o cliente ainda quiser uma pimenta a mais, ela ainda oferece a participação do marido (leia máteria na íntegra na Folha Online).

É isso mesmo caro leitor, cada vez mais vemos o surgindo de novas ‘profissões’, que legais ou não, éticas ou não, acabando trazendo o leitinho das crianças. Eu mesmo, já tentei explicar pro meu pai, por mais de uma vez, o que eu faço para ganhar a vida e ele não entendeu. Sou um garoto de programa (programador, durgh), mas trabalho em projetos e um nicho muito específico. Assim, não é porque eu trabalho em um ramo ligado a informática que devo saber de pronto, sem ler manual, nem nada, porque o celular deixou de funcionar, como consertar uma TV de LCD ou algo assim.
Até bem pouco tempo atrás, administração, direito, medicina e vários outros cursos tradicionais eram o rumo certo a seguir para uma carreira de sucesso. Mas hoje, com um desemprego monstro, onde tem muita gente sem emprego, com sub-emprego ou trabalhando numa área totalmente diferente da sua formação, existe um porto seguro?
Apesar de muita coisa ter mudado, creio que uma verdade ainda permanece e não será alterada tão cedo: quem consegue transformar em realidade uma boa idéia, desde a sua primeira concepção, as horas e horas de dedicação, planejamento, lançamento e acompanhamento, certamente vai longe, não importa o ramo de atuação.
Alguém poderia pensar há algum tempo atrás, que um sujeito fazendo um aplicativo de peidos para celular, poderia ganhar USD 10mil? Idéia, planejamento, relação, execução, lucros.

Espero em breve estar lançando aplicativos um aplicativo de odores de xubacão (CC) para iPhone e caso não seja um sucesso fenomenal, que me garanta um boa renda para comprar um MacBook Pro, vou apelar para a idéia do começo do post e vender meu corpo pela internet (é bom todos vocês já irem abrindo suas contas na iTunes Store).
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Quem escreveu?
Whinston RodriguesNerd assumido, comecei a fazer programas comerciais em Cobol aos 12 e a montar redes para empresas aos 15. Formado pela FATEC em Processamento de Dados, fiz MBA pela FGV com extensão internacional pela Ohio University. Certificado Novell e Microsoft, mas atualmente trabalhando exclusivamente com Linux e Asterisk em Telecom´s. Fui picado pela maça há menos de 1 ano, quando comprei o iPhone. Depois vieram iPod Classic, MacMini e o caminho sem volta.
