Steve Jobs de volta ao Campus
A foto mais preocupa do que nos deixa contente em ver. O cara esta um palito de tão magro, é uma lastima ve-lo assim:
Via: TMZ
Dica por e-mail de Maurício Birochi
A foto mais preocupa do que nos deixa contente em ver. O cara esta um palito de tão magro, é uma lastima ve-lo assim:
Via: TMZ
Dica por e-mail de Maurício Birochi
Apesar do nome, a Apple não é nenhuma companhia de alimentos. Mas para alguns fãs, talvez a idéia não fosse ruim. Poderia até fazer um Shake, no melhor estilo “Luciana Gimenes”, trazendo como propaganda o Steve Jobs, pois ninguém entende mais de perda de peso como ele (humorzinho negro…).
O saco acima está sendo comercializado em KITs de 5 embalagens por USD 3. Evidentemente, não será fácil comprar isso por aqui, sendo vendido apenas no site do .
Não pretendo me alongar muito contando a história da fundação da empresa em si (pois creio que muitos admiradores da Apple já conhecem), mas gostaria de focar nos produtos que foram lançados ao longo desses anos todos. Porém, vou dar uma breve introdução para os que não conhecem os fatos.
A história da Apple começa em 1975, quando Steve Wozniak (ou simplesmente Woz) e Steve Jobs (ou simplesmente Jobs) se conhecem num clube de nerds hobistas de eletrônica em Palo Alto. Nessa época, só existiam grandes computadores, que apesar de extremamente caros, eram bastante limitados em capacidade de processamento. No entanto, os desprovidos de milhares de dólares, mas com muita disposição, queriam dar um jeitinho de ter seu computador (sabe-se lá Deus porque, pois não eram grandes coisas) e se reuniam em grupos, acompanhando revistas especializadas da época.
Muita gente conhece Steve Jobs pelo seu trabalho na Apple, mas não sabe do brilhante trabalho que ele fez com a Pixar, empresa que comprou no final dos anos 80 de George Lucas, quando esse estava envolvido um processo de divórcio e acabou ‘entregando’ o estúdio de animação por meros USD 10 milhões. Vários anos depois, sucessos como ‘Toy Store’, ‘Os Incríveis’ e ‘Procurando Nemo’ garantiram para a Pixar vários dividendos, entre eles, 15 Oscars e um valor de mercado de USD 7 Bilhões.
Outro fato curioso e que fiquei sabendo através do RapaduraCast, é que geralmente os estúdios produzem os filmes e seriados, mas não cuidam da distribuição. Muitas vezes, a distribuição é feita inclusive por mais de uma empresa, sendo que cada uma fica com alguns países. O usual, é uma distribuidora pagar um valor X pela produção e o que ganha em cima é dela. Foi assim por exemplo com “A Bruxa de Blair”, que foi um mega-sucesso nos cinemas, mas rendeu apenas pouco mais de USD 1 milhão a seus produtores, sendo a distribuidora que ficou com a maior parte.